Rapper Speech Debelle vence Mercury Prize 2009 com disco de estreia

Autor: Cobranegra  //  Categoria: Geral


Speech - pouco conhecida

Speech - pouco conhecida

Speech Debelle, uma rapper de Londres de pouca notoriedade, venceu na noite desta terça-feira (8) a 18ª edição do Mercury Prize, uma das principais premiações da indústria musical britânica. Além do cobiçado troféu, ela levou também um cheque de 20 mil libras.

Debelle levou o troféu pelo álbum “Speech Therapy”, seu disco de estreia lançado por uma gravadora independente. Entre os principais concorrentes estavam artistas como Friendly Fires e seu disco homônimo, Glasvegas com o álbum de estreia que também leva o nome da banda, e Kasabian com “West Ryder Pauper Lunatic Asylum”.

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No Brasil: Grace Jones e Estelle

Autor: Cobranegra  //  Categoria: Geral


Duas divas da música negra foram confirmadas para estar no Oi Fashion Rocks, evento de moda e música que será realizado no Rio de Janeiro em 24 de outubro: Estelle e Grace Jones.

Oi Fashion
Oi Fashion

Estelle é uma das mais bombadas revelações do R&B mundial – e do estilo fashion na música. A inglesa estourou em 2008 com American Boy, parceria com Kanye West que ganhou o Grammy deste ano como Melhor Colaboração de Rap. Na mesma premiação, ela também faturou os prêmios de melhor cantora e produtora de R&B.

Grace Jones, por sua vez, é um ícone histórico da moda e do pop internacional. Dona de um look andrógino bastante reconhecido, a modelo, cantora e atriz ficou conhecida nos anos 70 e 80 com seus trabalhos na música, mais especificamente na disco music, e no cinema.

Mais informações: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2009/09/29/222405-mais-atracoes-confirmadas-para-o-oi-fashion-rocks-estelle-e-grace-jones

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Familia BMC

Autor: Cobranegra  //  Categoria: Camisetas, Eventos, Geral


Dessa vez foi em Extrema no Cantinho do Dener, a festa foi ótima

A familia é grande mas só alguns compareceram e mesmo assim tenho certeza de que foi bom.

Olha ai alguns integrantes vestindo a camiseta

Edimilson, Araujjus, Márcio, Carol, Dj Lu, Tinho
Djalma, Sandoval, Anito e Sanzo


Edimilson, Mauro, Araujjus, Márcio, Carol,  Tinho
Djalma, Sandoval, Anito e Sanzo

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George Benson – Vendendo a alma musical pela grana

Autor: Cobranegra  //  Categoria: Geral



Semana retrasada, recebi o mais recente disco de um dos mais brilhantes guitarristas que o jazz já teve. E escrevo isso no tempo verbal correto, já que o George Benson foi realmente um instrumentista sensacional, dotado de uma rara habilidade em combinar harmonias complexas e melodias belíssimas em sua guitarra semi-acústica (ouça as belas versões que ele fez de “Take Five”, de Dave Brubeck , e de “So What”, de Miles Davis ).

Mas o tal disco, Songs and Stories, é apenas mais um capítulo do inacreditável redirecionamento que Benson deu na carreira a partir de 1976, quando repentinamente deixou de lado a música que amava de verdade e se entregou a um dos mais vergonhosos casos de comercialismo que se tem notícia no show business. Quando o disco daquele ano, Breezin’, chocou os fãs por mostrar um som bem mais diluído e contendo faixas com a voz de Benson, muita gente torceu para que aquilo fosse apenas um exercício de liberdade artística (veja dois momentos do guitarrista naquela época, tocando a singela “Breezin’” e a sacolejante “Affirmation” ).

Ledo engano. O negócio começou a virar na cabeça do guitarrista quando uma das faixas de Breezin’,                             “This Masquerade”, ganhou um Grammy, e sua versão de “On Broadway” estourou nas paradas.

A partir daí, Benson passou apenas a se preocupar em agradar a um mercado que poderia lhe render uma grana muito maior, compondo temas horrorosamente melados e bregas, como as pavorosas “In Your Eyes” , “The Greatest Love of All”  e “Turn Your Love Around” , deixando a guitarra de lado e tentando bancar o “coroa gostosão – preste atenção ao último vídeo e veja um festival de cenas constrangedoras protagonizadas por “barangas” sem noção.

De vez em quando ele relembra o grande músico que foi, como neste tributo a Miles Davis  em que tocou ao lado do tecladista George Duke, outro extraordinário instrumentista – que tocou por vários anos na banda do lendário Frank Zappa – que também debandou para o caminho do sucesso fácil é insípido.

Mas a audição das faixas de Songs And Stories revela que Benson não só se tornou um guitarrista acomodado artisticamente, mas também capaz de contagiar aqueles que trabalham à sua volta. É o caso do produtor deste CD, o extraordinário baixista Marcus Miller, o último parceiro musical que Miles teve em vida.
Mesmo sendo experiente, ele não foi capaz de impedir que Benson reunisse um repertório formado por canções de outros compositores – Smokey Robinson, James Taylor (”Don’t Let Me Be Lonely Tonight”, com a participação do grande Toninho Horta ao violão), Donny Hathaway (”Someday We’ll All Be Free”), Lamont Dozier ( a instrumental “Living in High Definition”), Christopher Cross (”Sailing”) e Bill Withers (”A Telephone Call Away”), entre outros – e tirasse totalmente a força de cada uma das músicas, transformando tudo em uma trilha sonora perfeita para uma festa de bodas de prata dos pais de quem quer que esteja lendo estas linhas que escrevo neste exato momento.

Benson pode estar nadando em dinheiro nos dias de hoje, mas eu duvido que, ao colocar a cabeça no travesseiro antes de dormir, ele não sinta uma pequena pontada no peito, causada pelo fato de não ter a liberdade artística de fazer a música que realmente ama…

fonte:http://br.noticias.yahoo.com/s/21092009/48/entretenimento-vendendo-alma-musical-pela-grana.html

por JORGE TADEU – Colunista do Yahoo

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George Clinton – A nitroglicerina do Funk

Autor: Cobranegra  //  Categoria: Geral


O verdadeiro funk

O verdadeiro funk

Quem gosta do verdadeiro funk, criado nos Estados Unidos, sem qualquer ligação com ritmo horroroso surgido no Rio de Janeiro, precisa ouvir George Clinton, principal líder da banda Parliafunkadelicment Thang, também conhecida como P-Funk All Stars. Na década de 1970, Partiament e Funkadelic realizaram os mais lindos shows de black music. Autênticas viagens, por causa dos ótimos arranjos proporcionados por Clinton.

Uma das sacadas era fazer um funk carregado de boas harmonias e impressionantes riffs de guitarras. Também aberto aos improvisos. No Youtube.com é possível assistir a apresentações de George Clinton e Parliament feitas na Alemanha em 1985. A marcação da bateria, metais e instrumentos de corda deixam a platéia enlouquecida, numa verdadeira aula de como é o verdadeiro funk, surgido na década de 1950 nos Estados Unidos.

A História de Clinton começou em 1955, quando ainda adolescente em Nova Jersey, Estados Unidos, fundou o grupo vocal chamado Parliament. Na década de 1960, chamou a atenção da Motown, a maior gravadora de black music naquela época.

Em 1967, o hit “I Wanna Testify” ficou entre as 20 primeiras colocadas nas paradas norte-americanas. Depois lançaram outro single “All Your Goodies Are Gone”.Por causa de briga na Justiça a respeito do nome Parliament, Clinton adotou outro nome Funkadelic, a partir de 1968. Passou a compor músicas mais engajadas.

A mudança refletiu até nas capas dos discos, com grande pitada do psicodelismo tão latente no final da década de 1960.

Criou polêmica ao fazer uma capa onde aparecia vestido de smoking dentro de um caixão e seus músicas ao redor de fraldas.

Nos dedos de Clinton estava um cigarro de maconha. O hit deste disco era “Chocolate City”. A proposta dele era mostrar o desprezo da Igreja pelos problemas das pessoas residentes na periferia.

Ele introduziu o baixo sintetizado nesse estilo musical

Em 1974, pelo selo Casablanca, Clinton grava o álbum “Up For The Down Stroke”, que ficou entre as 10 mais nas paradas de R&B (Blues de rua). Nessa época engrossou sua banda com vários músicas talentosos: o baixista Bootsy Collins (ex-James Brown), o guitarrista Eddie Hazel e Gary Shider, os bateristas Bernie Worrel e Junie Morrison (ex-Ohio Players).

Essas mudanças influenciaram na assinatura de um contrato com a Warner Bross. É dessa época o hit “Tear The Roof off the Sucker”. A composição ficou entre as cinco primeiras colocadas nas paradas de R&B

A ascensão de George Clinton resultou num grande concerto com a banda Earth, Wind & Fire. Durante a apresentação, uma enorme nave “descia” no palco e dela saiam os músicos da Eart, Wind & Fire. De 1976 a 1981, gravou diversos hits e se manteve nas paradas. O  destaque ficou por conta de “Flash Light” quando introduziu o baixo sintetizado, mais tarde imitado por diversas bandas de funk.

Ganhou o disco de platina pelos álbuns “funkentelechy” e “The Placebo Syndrome in1977”.

Autor de uma das mais longas músicas da história

Capa repleta de mensagensd subliminares

Capa repleta de mensagensd subliminares

Em 1979, George Clinton produziu o disco “Funkadelic – Uncle Jam Wants You”, com seis faixas.

A música “(Not Just) Knee Deep”, com quase 20 minutos de duração, explode nas paradas e bailes de todo o mundo. É considerado, por muitos, o funk mais long da história. A capa é repleta de mensagens subliminares.

A boina homenageia o movimento Black Panther, que explodiu nos Estados Unidos no final da década de 1960, sua mão direita erguida remete à frebre hippie, que nessa época estourou em todo o mundo, na mão esquerda uma alegoria lembra a coronha de uma rifle, lembrando das forças das armas na tomada do poder.

A década de 1980 é marcada por vários processos judiciais de músicos da banda de George Clinton. Alguns lançam novas bandas, usando o nome Funkadelic. Após lutar, ele consegue reverter o prejuízo. Lança discos “Hydraulic Pump – Part 1”, depios “Computer Games” e single “Atomic Dog”, que alcançou o primeiro lugar nas paradas de R&B em 1983. A partir daí investe em Rap e Hip-Hop. Dois anos depois, ele produz o segundo disco de Red Hot Chili Peppers. No final dos anos 80, Clinton reagrupou novos músicos na sua banda P-Funk All Stars. Nesses concertos inclui o rapper Ice Cube e o pessoal do Chili Peppers.

Em 1996 sai a coletânea Greatest Funkin’Hits, com moderna remixação. Clinton continua em atividade e criando polêmica no mercado da música.

Fonte: Folha Metropolitana – matéria de Luís Alberto Caju

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